Grupo de “venda de engajamento” derrubado pelo Facebook é recriado

Pouco menos de uma hora após a derrubada de uma rede de amplificação falsa de engajamento no Facebook, os administradores do grupo PCSD criaram um novo grupo e novos perfis pessoais na plataforma. A estratégia foi definida como um “recomeço” por uma usuária que se apresenta como Isabela Guimarães. “Vamos reerguer nosso império com a mesma velocidade que nos foi tirado”, escreveu ela em uma postagem às 9h21 desta quarta-feira.

Na manhã desta quarta-feira, a rede social retirou do ar 72 grupos, 50 contas e cinco páginas após uma investigação que revelou um mercado de compra e venda de páginas, curtidas, compartilhamentos e comentários. Segundo relatório do Digital Forensic Research Lab (DFRLab) ao qual o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso, a rede de amplificação falsa se envolveu na promoção de conteúdo político nas eleições do México – o que deixou a empresa em alerta para possíveis interferências no pleito brasileiro.

Em pouco menos de cinco horas, o grupo de “recomeço” do PCSD já contava com 1.249 integrantes. Um dos moderadores da comunidade se identifica como Leite Pags – e usa a mesma foto de um dos perfis excluídos nesta quarta pelo Facebook, Anderson Leite. Ele era dono das páginas “Ri Muito”, com 6 milhões de curtidas, “Palavra, Pensamento e Atitude”, com 1,2 milhão, “Frases e Indiretas”, com 1 milhão, e “Palavra Pensamento e Atitude”, com 1,2 milhão.

O grupo criado pela manhã também tem como administrador o perfil Jhonatan Yaser, mesmo nome dado a uma das contas excluídas pelo Facebook. À reportagem, o usuário negou ter ganhado dinheiro com venda de engajamento e disse que a empresa está equivocada. “Deveriam melhorar a análise deles.” Reproduções de postagens mostram como usuários publicavam até fotos de extratos bancários para provar que haviam realizado vendas e mostrar o quanto haviam recebido. Em uma delas, um usuário identificado como Luã Santos afirma ter comprado três páginas com 220 mil, 267 mil e 222 mil likes por R$ 1.350.

*Correio do Povo

FBI emite alerta de possível golpe em caixas eletrônicos do mundo inteiro

O Gabinete Federal de Investigação dos Estados Unidos, o FBI, enviou um alerta aos bancos sobre uma ameaça de ataque coordenado de jackpotting, que poderia atingir o mundo inteiro. Cibercriminosos estariam instalando vírus em caixas eletrônicos e processadores de cartão de crédito e débito para clonar cartões e realizar saques fraudulentos em um só momento. De acordo com o comunicado, emitido de forma privada na última sexta-feira (10), o golpe estaria sendo planejado “para os próximos dias”.

A ofensiva é chamada de “operação ilimitada”, pois os criminosos retiram os limites da conta bancária e de número de transações, a fim de sacar grandes quantidades de dinheiro de uma só vez. A nota do FBI foi divulgada pelo KrebsOnSecurity, portal mantido pelo especialista em segurança Brian Krebs.

FBI emite alerta de provável golpe de jackpotting a caixas automáticos (Foto: Reprodução/Pond5)

A instalação do malware em caixas eletrônicos normalmente é feita por invasão ou phishing. Uma vez na máquina, o programa remove controles de fraude inseridos pela instituição financeira, como o valor máximo e número de saques de um cliente por dia.

Os saques em massa são realizados com esses cartões clonados, a partir de uma hora pré-determinada. As ações são comumente feitas aos finais de semana, após os bancos fecharem suas agências. Os alvos mais comuns são instituições financeiras de pequeno e médio porte, que contam com sistemas de segurança cibernética menos robustos.

Medidas de proteção

O FBI pediu aos bancos para que analisem seus sistemas de segurança e implementem recursos como senha forte e autenticação de dois fatores com token físico ou digital, se possível. Além disso, o gabinete do governo americano recomendou a separação de procedimentos ou inclusão de autenticação dupla para visualizar o saldo da conta e fazer uma retirada.

*techtudo

Multilaser é acusada de vender celular com ‘malware’ pré-instalado no Brasil

Conforme a empresa de segurança Upstream, a companhia brasileira Multilaser estaria vendendo smartphones com um malware instalado, principalmente no modelo MS50s.

As informações indicam que o vírus tenta fraudar transações online e gera cobranças em nome do usuário diretamente em sua fatura de telefonia móvel ou inscreve o usuário em serviços indesejados, em caso de linhas pré-pagas.

Ainda de acordo com as informações, no aparelho MS50s o malware estaria disfarçado de “Multilaser Update”, porém na lista de processos do Android o nome verdadeiro é “com.rock.gota”. Para desinstalar o malware, o usuário deve ter acesso ao Root.

Além disso, especialistas Upstream identificaram que assim que o smartphone é ligado, começa a comunicação de forma criptografa com um servidor da Gmobi (atual esquema de atualizações da Multilaser) e pacotes de propaganda são baixados, que são usados para fraudar outros anúncios na internet ou mesmo no software do próprio aparelho.

Em um comunicado, a Multilaser negou que o dispositivo MS50s tenha um vírus instalado. No entanto, a empresa comentou que há a possibilidade de um hacker ter invadido os sistemas da Gmobi e roubado dados de usuários do smartphone, bem como IMEI e localização obtida por Wi-Fi.

O porta-voz da Multilaser revelou ainda que a empresa planeja abandonar o Gmobi, que está sendo substituído pela solução do Google. Com isso, o MS50s receberá automaticamente uma atualização de sistema para entrar na padronização do restante da linha de smartphones.

Em detalhes

A Upstream diz que, desde novembro de 2017, um sistema de segurança para operadoras chamado Secure-D, desenvolvido pela empresa, começou a detectar “uma alta concentração de tentativas de transação bloqueadas no Brasil provenientes de smartphones Android vendidos sob a marca Multilaser”.

“Durante este período, 45% de todas as tentativas de transação fraudulentas de um serviço digital premium (um portal de jogos online) no Brasil originaram-se de dispositivos Multilaser”, diz a empresa de segurança. “E 99% de todas as solicitações de transação dos telefones da Multilaser no Brasil foram bloqueadas como fraudulentas pelo algoritmo de detecção de fraudes Secure-D.”

Enquanto isso acontecia no Brasil, o mesmo padrão de comportamento era detectado em telefones da marca Smart vendidos em Mianmar. O que os dois aparelhos têm em comum? O app da GMobi que faz atualizações de firmware OTA, chamado “Multilaser Update” no celular brasileiro, identificado pelo nome de arquivo “com.rock.gota”.

Numa análise feita em laboratório, a Upstream diz que este é o app responsável pelas tentativas de transações fraudulentas. Ele estaria fazendo transmissões de dados criptografados para um servidor operado pela GMobi em Singapura. Ele também solicita o download de materiais publicitários, como um banner de propaganda da Uber que usa o logo antigo da empresa.

Vale ressaltar que o app vem pré-instalado no celular da Multilaser e que ele não pode ser removido pelo usuário. A não ser que seja utilizado um processo conhecido como “root”, que desbloqueia privilégios de administrador no sistema, e que normalmente requer um bom nível de conhecimento técnico para ser realizado.

O que diz a Multilaser

Em um posicionamento enviado ao Olhar Digital, a assessoria de imprensa da Multilaser informou que a empresa nega que o tal aplicativo da GMobi seja capaz de realizar transações em segredo. Segundo ela, é possível que os servidores do app tenham sido hackeados, o que explicaria este comportamento detectado pela Upstream.

Além disso, a Multilaser diz que não pretende mais usar o app da GMobi para realizar essas atualizações. Em vez dele, a empresa pretende adotar uma solução do Google chamado “Gota” (Google Over The Air). O modelo MS50S, citado no estudo da Upstream, receberá nas próximas semanas uma atualização que faz a troca dos aplicativos, assim como todos os outros aparelhos da marca.

Veja o posicionamento da empresa na íntegra abaixo:

“A Multilaser, empresa que atua há mais de 30 anos no mercado brasileiro de eletrônicos e de suprimentos de informática, reforça seu compromisso em produzir e entregar aos consumidores produtos de qualidade e que facilitem seu dia a dia.

Sobre a informação de que um de nossos produtos saiu de fábrica com o malware instalado, informamos que o smartphone em questão, o MS50S, possui instalado o Gmobi, uma solução de atualização de firmware over-the-air (FOTA), que não possui capacidade de realizar cobranças por meio de carrier-billing.

Lembramos que o Gmobi não é um malware, mas, sim, uma solução de FOTA. E pelo que estamos apurando, existe a possibilidade de um hacker ter infectado o servidor da GMobi, o que favoreceu a coleta dados deste único aparelho em questão.

Aproveitamos a oportunidade para reforçar que a Multilaser já está migrando essa operação, que até então era feita pela Gmobi, para os servidores do Google. Também reiteramos que, nas próximas semanas, todos os aparelhos da Multilaser estarão atualizados com esse novo sistema.

Por fim, esclarecemos que a Multilaser, ao longo de todos esses anos, sempre trabalhou com o intuito de atender às regulamentações referentes às respectivas atividades de segmento e oferece produtos de qualidade a clientes e parceiros.”

*olhar digital

LG registra patente de caneta inteligente que funciona como um smartphone

A LG registrou no USPTO (United States Patent and Trademark Office) a patente de uma caneta inteligente com funções de smartphone.

Conforme o documento da patente, a caneta teria duas telas: a primeira é pequena e fica na extensão da caneta e exibe horários, notificações e atalhos de aplicativos; a segunda é flexível e fica embutida no aparelho.

Além disso, a caneta teria capacidade de sincronização com outros dispositivos e de espelhar a caligrafia. Ela viria ainda com giroscópio, bússola eletrônica, sensores de proximidade e pressão, câmera, rastreador ocular, leitor biométrico, microfone e uma seção que pode emitir som para habilitar chamadas telefônicas.

Não há informações sobre quando a LG pretende adotar a ideia da patente em um dispositivo.

*Clube do hardware

Facebook vai banir menores de 13 anos

O Facebook anunciou que terá uma equipe para identificar e excluir perfis criados e usados por menores de 13 anos. A novidade é uma extensão das políticas do Facebook, que já proibia a criação de contas por crianças, mas que por vezes era burlada. A medida também será aplicada no Instagram, rede social de fotos do Facebook.

Até então, o processo de banir usuários com idade inferior à mínima exigida era realizado de forma passiva: a equipe avaliava o conteúdo de uma conta quando um usuário notificava o Facebook após suspeitar que o perfil era administrado por uma criança.

Agora, analistas da rede social vão fazer o processo de forma reativa, conferindo se fotos e textos de usuários para tentar descobrir a idade. Segundo a empresa, quando um perfil for considerado suspeito de infringir as regras, a conta será suspensa e o usuário não conseguirá usar o Facebook. A conta só será liberada após o usuário fornecer provas de que tem mais de 13 anos.

Coreiodopovo

Samsung registra patente de alto-falante inteligente com uma “cabeça” que segue a voz do usuário e gira em 360 graus

A Samsung registrou no Escritório Mundial de Propriedade Intelectual (WIPO, em inglês) a patente de um alto-falante inteligente capaz de controlar os parâmetros do microfone.

Conforme o documento da patente, o alto-falante teria uma tela, uma câmera, sete microfones que receberiam informações separadamente, permitindo a detecção precisa do local de onde vem o som, uma “cabeça” na parte superior, que segue a voz do usuário e gira em 360 graus, sistema de reconhecimento de rostos e portas HDMI e USB.

A patente mostra ainda que o alto-falante, além de reproduzir som, também exibe textos e imagens e reconhece gestos, inclusive com suporte para a caneta stylus da série Galaxy Note.

Além disso, o alto-falante tem capacidade de receber e enviar dados para dispositivos móveis e conectividade com rede móvel LTE, Wi-Fi, Bluetooth, NFC e GPS.

Não há previsão para o lançamento do novo alto-falante inteligente, que ainda não tem nome definido.

Estimativas sugerem que a empresa deve revelar mais detalhes sobre o dispositivo na feira eletrônica IFA 2018, entre os dias 31 de agosto e 5 de setembro, em Berlim, na Alemanha, quando será apresentada a nova versão do assistente virtual Bixby.

*Clube do Hardware

Faça antes da morte: Veja como transformar uma conta do Facebook em memorial

Quando uma pessoa morre é muito comum os usuários irem até o perfil dela no Facebook para enviar mensagens de despedida. Pensando nisso, a rede social criou uma estratégia para que esses perfis sejam alterados para uma espécie de memorial.

Para isso, é importante que a pessoa deixe outros usuários autorizados a fazer a  “conversão” no seu perfil. São duas possibilidades: um contato herdeiro, que poderá deixar um post fixado no topo da timeline, assim como trocar a imagem de perfil; ou então um familiar pode entrar em contato diretamente com a assistência do Facebook e pedir que a conta seja convertida em um “memorial”.

Contato herdeiro

O contato herdeiro é uma pessoa que recebeu a permissão para atualizar o perfil. Antes de morrer, a pessoa precisa acessar as configurações e liberar o usuário em específico. Este herdeiro pode publicar um post fixo ao ente querido, responder as solicitações de amizade, trocar a imagem de perfil e a foto de capa. No entanto, ele não terá acesso às mensagens privadas.

Como liberar um herdeiro

1. Na seta do canto direito superior, clique em “Configurações”;

2. Vá em “Segurança”;

3. Na área “Contato herdeiro”, escreva o nome de perfil e/ou e-mail da pessoa que será autorizada. O Facebook dá a opção de avisar naquele momento sobre a solicitação ou somente depois da morte.

Reprodução
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Memorial – perfil imortalizado

Nessa opção, qualquer pessoa, mesmo fora do Facebook, pode fazer o pedido, desde que envie uma certidão de óbito do usuário. Assim, o perfil será convertido em um memorial, e irá aparecer nos anúncios “Pessoas que você talvez conheça” e não permite o acesso externo.

Caso a pessoa seja parente de primeiro grau, basta acessar o formulário especial de “Solicitação especial para pessoa falecida”. Nesta seção, a pessoa precisa informar o nome completo do morto, link do perfil e enviar um documento que comprove o óbito.

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*Zero Hora

WhatsApp irá avisar se mensagem recebida veio de outra conversa

WhatsApp anunciou nessa terça-feira (10) que irá identificar mensagens encaminhadas. Ou seja, a partir de agora, se você replicar uma mensagem de uma conversa para outra, o destinatário irá saber a origem do conteúdo.  O recurso foi anunciado no início do ano, mas deve ser liberado no Brasil somente nesta semana.

Com a nova função, a empresa pretender dar mais transparência às conversas já que irá apontar ao receptor se a mensagem veio mesmo daquele contato ou se foi repassada de um terceiro. Isso também é uma tentativa de o WhatsApp barrar a disseminação de boatos.

Em 2 de julho, cinco homens foram mortos por linchamento, na Índia, após serem confundidos com sequestrados de crianças. A origem do boato seria o aplicativo.  O serviço de mensagens se pronunciou diante do pedido de medidas do governo indiano.

“Encorajamos você a pensar com cuidado antes de compartilhar mensagens encaminhadas”, afirma a empresa em seu blog.

*Zero Hora

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