Categoria: Informações sobre Informática

Falha no Facebook expõe fotos privadas de 6,8 milhões de usuários

O Facebook informou nesta sexta-feira que uma falha em seu sistema expôs fotos privadas de cerca de 6,8 milhões de usuários a desenvolvedores de apps. Alguns aplicativos de terceiros têm autorização para ter acesso às fotos publicadas na linha do tempo do usuário, mas a falha identificada pela rede social permitiu o acesso a fotos que não estavam autorizadas, como as publicadas no recurso Marketplace, comunidade de compra e venda dentro da rede social, e no Facebook Stories. Estão incluídas nesse pacote fotos que foram carregadas na rede social para download mas nunca foram postadas de fato.

O usuários afetados receberão uma notificação avisando sobre o problema – o Facebook recomenda também que o usuário entre em todos os aplicativos em que compartilhou suas fotos do Facebook para verificar a quais imagens eles têm acesso. Ainda não há informações sobre quais países estão entre os atingidos pela falha. Ao todo, mais de 1,5 mil aplicativos de 876 desenvolvedores tiveram o acesso inapropriado às fotos dos usuários.

Segundo a rede social, a exposição das fotos ocorreu de 12 de setembro a 25 de setembro e já foi corrigida. Um porta-voz da empresa disse ao site TechCrunch que a falha foi descoberta no dia 25 de setembro – não se sabe ainda porque a empresa revelou o problema só agora.

Escândalos

No ano de 2018, o Facebook conviveu com uma série de problemas relacionados à privacidade e à segurança dos usuários. Em março, foi revelado o escândalo Cambrigde Analytica, que usou sem consentimento os dados de 87 milhões de pessoas para tentar influenciar as eleições presidenciais americanas de 2016. Outro episódio grave envolvendo a rede social foi noticiado em setembro deste ano: uma falha de segurança na plataforma que permitiu que 29 milhões de usuários tivessem seus dados pessoais roubados por hackers.

*Correiodopovo

Apple planeja investir 1 bilhão de dólares em novo campus nos Estados Unidos

A Apple anunciou nesta quinta-feira que planeja investir 1 bilhão de dólares para construir um novo campus em Austin (Texas), nos Estados Unidos, perto de suas instalações existentes. A gigante de tecnologia, que tem sede em Cupertino (Califórnia), disse que irá abrir novos escritórios em Seattle, San Diego e Culver City, e contratar mais de 1 mil funcionários para cada local.

A empresa também planeja criar centenas de novas vagas em cidades como Pittsburgh, Nova Iorque, Boulder, Boston e Portland nos próximos três anos.

Em Austin, onde a Apple já tem mais de 6 mil funcionários, o novo campus terá capacidade de expansão para acomodar até 15 mil empregados. A Apple disse ainda que criou 6 mil empregos nos EUA este ano, ampliando seu quadro de funcionários no país para 90 mil.

Os planos da empresa são de gerar mais 20 mil postos de trabalho nos EUA até 2023. A Apple também planeja investir 10 bilhões de dólares em centros de dados nos EUA nos próximos cinco anos, incluindo 4,5 bilhões de doçares previstos para este e o próximo ano.

Por volta das 8h40min (de Brasília), a ação da Apple subia 0,6% nos negócios do pré-mercado em Nova Iorque.

Erro de estagiário causa US$ 10 milhões de prejuízo a empresa. Entenda

Jornal Opção

Todos cometem erros, principalmente iniciantes, mas uma dessas falhas, dessa vez, aconteceu de forma gigante em uma empresa igualmente grande porte: o Google. Um dos trainees da multinacional conseguiu acumular um prejuízo estimado em US$ 10 milhões.

O que acontece é que no último dia 4 de dezembro, o estagiário, que não foi identificado, passava por um treinamento e deu alguns passos além do que deveria. Segundo o ‘Financial Times‘, o erro aconteceu em uma reunião para ensinar os estagiários a usarem o sistema. Um deles foi mais longe do que o desejado e fez uma oferta verdadeira de compra de anúncios a partir de um exemplo utilizado na aula.

Com isso, um retângulo amarelo sem texto foi exibido em vários sites e aplicativos nos Estados Unidos e na Austrália durante 45 minutos. O Google não revelou a dimensão do problema, mas fontes garantiram que o prejuízo chegou a US$ 10 milhões.

O valor foi alto porque o estagiário fez uma oferta dez vezes maior do que o usual. Ele ofereceu um CPM, isto é, o custo por mil exibições do anúncio amarelo, de US$ 25. Em geral, anúncios parecidos têm um CPM entre US$ 2 e US$ 4.

O Google ainda se comprometeu a realizar os pagamentos correspondentes a todos que exibiram o falso anúncio também confirmou que implementou novos sistemas de controle para garantir que isso não se repita no futuro.

*R7

Versão de testes do WhatsApp pode ser instalada em tablets Android

O WhatsApp é o aplicativo de troca de mensagens mais popular no Brasil e as atualizações são aguardadas pelos milhões de usuários. Uma das possíveis atualizações permitirá que o app seja usado também em tablet. O Twitter do WABetaInfo divulgou que a versão de teste do aplicativo, também chamada de versão beta, já permite que o usuário faça o download em tablets com sistema operacional Android.

O perfil no microblog não é um canal oficial do aplicativo, mas costuma antecipar algumas atualizações. O WhatsApp não confirma a informação que circula pela internet e diz que nem tudo o que está versão beta será implementado no aplicativo padrão. Hoje, é preciso recorrer a um aplicativo fora da loja oficial do Google para trocar mensagens pelo tablet. Esse tipo de download pode ser um risco para a segurança do usuário e, por isso, não é aconselhável na maioria dos casos.

A versão de testes do WhatsApp pode ser baixado no próprio Play Store e qualquer pessoa pode experimentar as possíveis atualizações antes do lançamento. Porém, o app pode ter alguns problemas e passar instabilidades durante o uso. A versão teste para Android está disponível há anos, mas os usuários do sistema operacional iOS, presente nos iPhones e no iPads, foram contemplados apenas neste ano, mas os recursos disponibilizados não acompanham o concorrente.

*Correiodopovo

Coreia do Sul indicia grupo por vazar tecnologia de telas flexíveis

Procuradores sul-coreanos disseram nesta quinta-feira (29) que indiciaram nove pessoas sob suspeita de vazarem uma tecnologia de telas flexíveis da Samsung para uma empresa chinesa.

A Procuradoria do Distrito de Suwon acusa o presidente-executivo e oito funcionários da fornecedora Toptec por venderem informações neste ano sobre os painéis orgânicos de diodo emissor de luz (OLED) da Samsung.

O grupo é acusado de formar uma empresa fantasma separada que recebeu informações sobre o uso do equipamento e desenhos de painéis obtidos da subsidiária Samsung Display. O grupo também é acusado de vender alguns dos documentos na China por 15,5 bilhões de won (13,85 milhões de dólares), segundo a procuradoria.

A Toptec, que produz equipamentos automatizados para fazer painéis de telas para celulares, rejeitou as acusações.

“Nossa empresa nunca disponibilizou tecnologia industrial da Samsung Display ou segredos empresariais para um cliente chinês. Nossa companhia irá cooperar completamente com os procedimentos legais para chegarmos à verdade nos tribunais”, disse a Toptec em nota.

*R7

O império contra-ataca: Microsoft volta ao topo das tecnológicas

A Microsoft voltou ao topo universo tecnológico após um retorno extraordinário, reaproximando-se da Apple, após três anos de transformação sob a liderança de seu CEO, Satya Nadella (foto). A empresa recuperou o título de empresa com maior valor de mercado do mundo – que ostentava na década de 1990 graças ao Windows – ao fechar com avaliação superior à da Apple pela primeira vez desde 2010, após uma leve alta da fabricante do iPhone no começo da semana. No fechamento de sexta-feira, a capitalização de mercado da Microsoft foi de US$ 851,2 bilhões – um valor três vezes superior ao de quando Nadella assumiu a empresa, no início de 2014.

A avaliação da Apple foi de US$ 847,4 bilhões, uma queda de 20% nas últimas oito semanas. A Amazon não ficou longe, com US$ 826 bilhões. Nos últimos anos, o destino da Microsoft ficou em suspenso, após fracassos marcantes na computação móvel, enquanto Apple, Google e Amazon viram sua fortuna crescer.

Analistas dizem que a paciência, a diversificação e a disposição de abandonar empresas falidas ajudaram a impulsionar a retomada da Microsoft. “A Microsoft está funcionando com todos os cilindros neste momento”, disse Jack Gold, analista de tecnologia da J. Gold Associates. “Satya Nadella fez um trabalho fantástico ao afastá-lo das zonas sem saída e ser mais inovadores”, afirmou.

*Correiodopovo

Aplicativos falsos disfarçados de jogos alcançam 560 mil downloads no Google Play

O pesquisador de segurança Lukas Stefanko, da fabricante de antivírus Eset, alertou esta semana que um conjunto de 13 aplicativos cadastrados no Google Play, todos disfarçados de games e enviados pela mesma conta de desenvolvedor, conseguiu atingir a marca de 560 mil downloads.

Stefanko denunciou os aplicativos ao Google e não é mais possível encontrar os jogos na loja, mas quem baixou algum dos aplicativos deve se certificar que o mesmo foi removido do aparelho.

Todos os aplicativos foram enviados por um desenvolvedor que usava o nome de “Luiz O. Pinto”. Os jogos tinham temática de veículos e corrida, com nomes como “Truck Cargo Simulator” (“Simulador de Caminhão de Carga”) ou “Moto Cross Extreme”.

De acordo com Stefanko, o aplicativo, após ser instalado, remove a si mesmo da lista de aplicativos do Android e tenta baixar outros aplicativos para o celular. Não foi possível determinar exatamente o que esses aplicativos fazem porque, segundo o pesquisador, eles já estavam fora do ar quando ele realizou a análise.

Os aplicativos não tinham nenhuma função legítima. Apesar disso, eles chegaram a conseguir posições de destaque, constando entre os “apps em alta” da loja do Google.

Stefanko identificou diversos outros apps falsos esta semana. Entre os aplicativos estão nove programas sobre ‘empréstimos” que tiveram 40 mil downloads e outros nove apps destinados a crianças que somaram 23 mil downloads.

*G1

Zuckerberg diz que não pensa em renunciar

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou que não pensa em renunciar ao cargo, apesar dos problemas sofridos pela rede social nos últimos meses.

“Este não é o plano”, afirmou Zuckerberg em uma entrevista para a CNN Business ao ser questionado se deixaria o comando da empresa.

O executivo também defendeu a número 2 da rede social, Sheryl Sandberg, muito criticada por sua gestão das crises que afetaram o gigante da internet. “Sheryl é uma parte realmente importante desta empresa e está liderando muitos esforços em muitas das grandes questões que temos”, disse.

Nos últimos meses o Facebook foi acusado de não ter impedido a interferência russa através de sua plataforma durante as eleições americanas de 2016. Também se viu envolvido no caso Cambridge Analytica, no qual os dados do usuário da rede social foram utilizados para ajudar o então candidato Donald Trump. Além disso, uma falha de segurança expôs os dados privados de milhões de usuários.

O jornal New York Times informou esta semana que o Facebook não revelou tudo o que sabia sobre a interferência russa e que contratou uma empresa de comunicação para divulgar informações negativas sobre outras companhias do Silicon Valley para desviar a atenção.

“Muitas coisas que estavam neste artigo, nós falamos antes com os repórteres e afirmamos a eles que de tudo o que vimos, aquilo não era verdade e eles escolheram publicar mesmo assim”, declarou Zuckerberg.

*Correiodopovo