Aprenda como excluir mensagens enviadas pelo Messenger

A nova função do Messenger possibilita apagar qualquer mensagem enviada. Diferentemente do WhatsApp, não tem limite de tempo para apagar e funciona em conversas antigas ou novas. Siga o passo a passo e aprenda a usar a novidade:

  • Abra o chat do Messenger e pesquise uma conversa que deseja apagar uma mensagem e clique nela;

  • Ao abrir a conversa selecionada, toque na mensagem que deseja excluir e segure até aparecer as opções;

  • Na parte de baixo da janela da conversa, selecione a opção excluir. A mensagem pode ser, inclusive, uma mídia ou áudio;

  • O Messenger irá exibir uma janela de confirmação. É importante lembrar que o processo é irreversível;

  • O contato não será notificado que a mensagem foi excluída, diferentemente do WhatsApp.

Veja truque para escutar áudios no WhatsApp sem o contato saber

O WhatsApp é uma rede social de chat bastante utilizada, possui funções que algumas pessoas talvez não conheçam. Às vezes nem sempre é possível responder um áudio recebido, mas a curiosidade em saber o que a pessoa enviou é maior. Aprenda a escutar áudio em outra conversa sem avisar o contato

  • Primeiro passo, é adicionar o próprio número na agenda do aparelho, para que o seu número apareça na lista de contatos do WhatsApp

  • Abra o WhatsApp, entre na lista de contatos e procure o próprio número. Depois, envie uma mensagem para o número, para que a conversa fique no topo no aplicativo

  • Agora abra a conversa que recebeu o áudio e ainda não escutou, toque na seta que aparece do lado direito da mensagem de voz para compartilhar

  • Ao compartilhar a mensagem, encaminhe para o seu número. Logo depois, escute o áudio e o contato não será notificado

  • O contato só irá ver que a pessoa visualizou a mensagem, mas não escutou o áudio. Quando o microfone da mensagem de voz estiver azul, significa que a pessoa escutou, se estiver verde, a pessoa não abriu o áudio

Envie históricos do WhatsApp para o email e libere a memória do celular

-As conversas no WhatsApp podem ocupar muito espaço na memória do celular. Uma forma de liberar espaço e ainda preservar o histórico de uma conversa é enviar tudo para o seu email;
-Abra o aplicativo do WhatsApp no smartphone e toque nos três pontos no canto superior direito para abrir as configurações;
-Em seguida, toque em conversas e depois em histórico de conversas ;
-Escolha qual conversa você deseja exportar e toque sobre o nome do contato;
-É possível escolher entre exportar a conversa com ou sem as fotos e vídeos;
-O WhatsApp oferece algumas maneiras de exporta uma conversa. Enviar para um e-mail ou salvar na nuvem são boas opções por causa do tamanho do arquivo gerado pelo aplicativo;
-Pronto! A conversa aparecerá anexada em um email e é só fazer o download para ter o acesso. Agora é possível apagar toda a conversa e liberar espaço na memória do celular sem correr o risco de perder algo importante.

Facebook avalia que hackers não invadiram aplicativos ligados à empresa

O Facebook avaliou nesta terça-feira que os hackers que invadiram milhões de contas não chegaram a manipular aplicativos de terceiros vinculados à rede social. Engenheiros da empresa analisaram os registros de aplicativos externos e não encontraram sinais de problemas, informou o vice-presidente de gestão de produtos, Guy Rosen.

“Até o momento, a investigação não encontrou evidência de que os hackers tenham acessado qualquer aplicativo que use Facebook Login”, disse Rosen em um blog.

A rede social revelou na última  sexta-feira que 50 milhões de contas foram hackeadas, o que supõe um duro golpe em seu esforço para convencer os usuários a confiarem seus dados.

O Facebook está investigando o alcance do dano causado pelos hackers, que exploraram falhas de software para roubar “tokens de acesso”, um equivalente a chaves digitais que permitem aos usuários acessar suas contas. Os hackers puderam então entrar em contas do Instagram e do Messenger – vinculadas ao Facebook, mas não no WhatsApp, segundo os executivos.

Ao que parece, os hackers estavam interessados em ter acesso a nomes e cidades de origem dos usuários, mas não está claro para que objetivo, também informaram os executivos da rede social.

A violação é o mais recente constrangimento de privacidade para o Facebook, que no início deste ano reconheceu que milhões de usuários tiveram dados pessoais roubados por uma empresa política que trabalhava para Donald Trump em 2016.

*Correiodopovo

Smartphone Samsung segue sendo o mais vendido e vendas da tradicional Nokia aumentaram 782%

Relatório da Counterpoint Research mostra que a Nokia, controlada pela HDM Global, foi a marca com maior aumento das vendas de smartphones no segundo trimestre de 2018, com índice de 782%.

No trimestre citado, foram vendidos 363 milhões de smartphones em todo o mundo, representando uma queda de 2% em relação ao mesmo período de 2017. Apenas a região África / Oriente Médio obteve crescimento de 14% nas vendas em comparação ao mesmo período do ano passado.

Apesar do aumento do comércio da Nokia, atualmente a Samsung ocupa a primeira posição no mercado mundial, com 20%, seguida pela Huawei, com 15%; Apple, com 11%; Xiaomi, com 9%; Oppo, com 8%; Vivo, com 7%; e LG, com 3%.

Na América Latina, a Samsung também lidera o ranking, com 37% do mercado. A Motorola ocupa a segunda posição, com 13%, seguida pela Huawei, com 12%, LG, com 7%, e Apple, com 4%.

O relatório mostra ainda que houve aumento de 5% nas vendas mundiais de feature phones (telefones tradicionais, sem os recursos dos smartphones), atingindo as 111 milhões de unidades no segundo trimestre deste ano.

*Clube do Hardware

Facebook admite vazamento de dados de 50 milhões de usuários

Foto: Lionel Bonaventure / AFP / CP

O Facebook comunicou, nesta sexta-feira, que os dados pessoais de cerca de 50 milhões de usuários foram vazados por uma brecha na segurança da plataforma.  O problema foi identificado no início desta semana, mas ainda não foi descoberta a origem do ataque, segundo informações publicadas pelo New York Times.

Como medida de segurança, mais de 90 milhões de usuários foram forçados a sair dos perfis e realizar o login novamente nesta manhã. Ainda não foram publicadas informações sobre as contas de usuários brasileiros. O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, disse que os engenheiros descobriram a violação na terça-feira e a corrigiram na noite de quinta-feira. “Não sabemos se alguma conta foi mal utilizada”, disse Zuckerberg. “Este é um problema sério”. Como precaução, o Facebook está temporariamente retirando o recurso “ver como” – descrito como uma ferramenta de privacidade para permitir que o usuário veja como seu próprio perfil aparece para outras pessoas.

A violação é o mais recente constrangimento de privacidade para o Facebook, que no início deste ano reconheceu que milhões de usuários tiveram dados pessoais roubados por uma empresa política que trabalhava para Donald Trump em 2016. “Nós enfrentamos ataques constantes de pessoas que querem assumir contas ou roubar informações ao redor do mundo”, disse Zuckerberg em sua página no Facebook. “Embora eu esteja feliz por termos encontrado isso, consertado a vulnerabilidade e protegido as contas que podem estar em risco, a realidade é que precisamos continuar desenvolvendo novas ferramentas para evitar que isso aconteça em primeiro lugar”.

A empresa disse que ficou a par esta semana do ataque que permitiu aos hackers roubarem “tokens de acesso”, o equivalente a chaves digitais que fazem com que se tenha acesso às contas. “Está claro que os invasores exploraram uma vulnerabilidade no código do Facebook”, declarou o vice-presidente de gerenciamento de produtos, Guy Rosen, em um post em seu blog.

O Facebook disse que foi necessária uma “medida de precaução” adicional para redefinir os tokens de acesso para outras 40 milhões de contas onde o recurso vulnerável foi usado. Isso exigirá que esses usuários façam login novamente no Facebook. “Estamos levando isso muito a sério e queríamos que todos soubessem o que aconteceu e a ação imediata que tomamos para proteger a segurança das pessoas”, disse Rosen. “Corrigimos a vulnerabilidade e informamos a aplicação da lei”, acrescentou.

Hacking sofisticado

Nenhuma senha foi roubada no ataque, apenas “tokens” que atuam como chaves digitais, permitindo que as pessoas façam login automaticamente na rede social, de acordo com Rosen. As informações nas quais os hackers pareciam interessados incluem nomes, gêneros e cidades de origem, mas não ficou claro para quais objetivos, disseram os executivos em uma coletiva por telefone. Os tokens roubados deram aos hackers o controle total das contas.

O Facebook está tentando determinar se hackers mexeram em postagens ou mensagens em contas violadas. Os hackers aproveitaram uma “interação complexa” entre três bugs de software, o que exigiu um grau de sofisticação, segundo Rosen. “Podemos nunca saber quem está por trás disso”, disse Rosen. “Esta não é uma investigação fácil”. O Facebook está trabalhando com reguladores de privacidade de dados, bem como com a polícia, de acordo com Rosen.

O Facebook este ano está dobrando para 20.000 o número de funcionários dedicados à segurança e proteção, e incorporou esse pessoal nas equipes de gerenciamento de produtos, disse Rosen. Quando perguntado o motivo pelos quais as pessoas ainda devem confiar ao Facebook suas informações pessoais, Zuckerberg delineou novas maneiras com que a rede social está aumentando as defesas. “Como já disse várias vezes, a segurança é uma corrida armamentista”, disse Zuckerberg.

Em março deste ano, foi revelado o escândalo envolvendo o vazamento de dados de mais de 87 milhões de usuários, incluindo mais de 440 mil contas do Brasil. As informações coletadas de maneira irregular pela consultoria britânica Cambridge Analytica teriam sido utilizadas para montar uma estratégia de campanha de Donald Trump, em 2016. O plebiscito do Brexit, realizado no mesmo ano, também pode ter sido influenciado pela empresa.

Pesquisa revela que apenas 32% dos jovens interagem pessoalmente com amigos e familiares

A empresa Common Sense Media realizou pesquisa sobre a análise da expansão do Facebook e outros sites de relacionamentos no convívio, no humor e na saúde mental entre jovens norte-americanos com idades entre 13 e 17 anos.

Segundo esse estudo, quase 90% dos entrevistados têm seus próprios smartphones; 70% deles usam as mídias sociais com frequência; 15% usam o Facebook como primeira escolha, 41% preferem o Snapchat e 22%, o Instagram.

Além disso, a pesquisa mostra que apenas 32% dos jovens preferem interagir pessoalmente, contra 49% em 2012; 35% deles mantêm contato com familiares e amigos através de mensagens de texto; 13% sofreram esse ano algum tipo de ciberbullying; 64% passam por mensagens homofóbicas, racistas, sexistas ou de ódio religioso enquanto navegam; e 21% praticam essas atividades.

No entanto, o relatório aponta um lado positivo: para 27% dos entrevistados as plataformas têm papel importante no desenvolvimento criativo, na organização das atividades extracurriculares, na divulgação e notícias e nos debates políticos.

Conforme Julie Lythcott-Haims, ex-reitora da Universidade de Stanford e atual integrante do conselho da Common Sense, é de responsabilidade dos pais e educadores direcionar os jovens no contato com outros e estimular a vivência em sociedade, importante para o desenvolvimento da empatia.

Será que já atingimos níveis preocupantes? Fica a pergunta…

*ClubedoHardware

Pesquisa sugere que a conexão Wi-Fi constante é mais importante do que sexo

Pesquisa realizada pela empresa iPass revelou que 40% dos entrevistados acham que possuir uma conexão Wi-Fi constante ao longo do dia é mais importante e indispensável do que sexo.

O estudo mostra que 37% das pessoas preferem sexo, 14%, o chocolate, e 9%, o álcool.

De acordo com Patrícia Hume, líder comercial da iPass, o Wi-Fi suplantou muitos outros luxos e até mesmo as necessidades humanas.

Além disso, entre os viajantes, 72% deles escolhem os hotéis com base na disponibilidade da conexão Wi-Fi e não no valor da diária.

A companhia entrevistou 1,7 mil pessoas nos Estados Unidos e na Europa, fazendo a seguinte pergunta: “Qual é a coisa mais indispensável, marcante e útil do seu dia a dia?”.

*Clube do Hardware

Pesquisa mostra que 97% dos estudantes brasileiros acessam a internet através de smartphones

Conforme a pesquisa TIC Educação, realizada pela Cetic.br, 97% dos estudantes brasileiros, tanto de escolas públicas como particulares, acessam a internet através de um smartphone.

Ainda de acordo com o estudo, desse total, 18% dos alunos têm o smartphone como único acesso à internet. Já a rede Wi-Fi está presente em 92% das escolas urbanas, porém em 61% delas a conexão não é permitida para os estudantes. Em 48% das escolas privadas os alunos podem acessar as redes sem fio.

Fábio Senne, coordenador da pesquisa, disse que atualmente o smartphone tornou-se o principal dispositivo de acesso à internet, especialmente entre crianças e adolescentes. Senne comentou também que a internet para os alunos ainda é vista como algo que atrapalha, ficando seu uso restrito à administração escolar. Além disso, a velocidade média de conexão, de 2 Mbps, também limita a qualidade e a expansão do serviço.

Também é realidade que a maioria dos acesso a internet via Smartphone acontece para os usuários normais. A tempos, existem sites modernos que se adaptam ao dispositivo ao qual o usuário acessar. Porém muitas empresas ainda não atualizaram o seu website, que em muitos casos foi feito somente para computador. A sua empresa já está preparada para divulgação via Smartphone?

*Clube do Hardware

Pesquisa revela que Brasil ocupa o primeiro lugar em ataques de phishing

De acordo com pesquisa realizada pela empresa Kaspersky, 30% dos brasileiros sofreram tentativa de golpe de phishing em 2017, colocando o país em primeiro lugar no ranking mundial. Nesse ano, o índice já está em 23%.

Phishing é uma técnica de fraude online (utilizando uma isca, dai a similaridade com fishing), utilizada por criminosos no mundo da informática para roubar senhas de banco e demais informações pessoais, usando-as de maneira fraudulenta.

Conforme Fábio Assolini, analista sênior da empresa de aplicativos de segurança Kaspersky, a empresa detectou que 60% das tentativas de golpe simulam mensagens de bancos, com o intuito de roubar credenciais das contas.

Assolini comentou: “O golpe é popular por sua simplicidade e eficácia. E uma pesquisa revela que mais de 90% dos ciberataques começa por um email phishing”.

Além disso, o estudo mostra que 14% das pessoas abrem mensagens de golpe por curiosidade, 13% por medo e 13% por urgência.

No ataque de phishing, o cibercriminoso envia um texto indicando que o usuário ganhou algum prêmio, com um link para resolver a situação. Ele também pode ser caracterizado como sites falsos que pedem dados de visitantes.

*Clube do Hardware